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Ano 42 - Nº 2135

14 de Agosto de 2026

2135

ELEVADOR ESTRAGADO GERA INSATISFAÇÃO (2)

Notícias

19/08/2026
ELEVADOR ESTRAGADO GERA INSATISFAÇÃO (2)

NOTA DA REDAÇÃO - Procurada pela reportagem GP, veja o que disse a Assessoria de Imprensa da Prefeitura.

“A secretaria de saúde lamenta os transtornos e revela que o problema é crônico, arrastando-se há 6 anos, desde a inauguração do Ambulatório Médico de Especialidades (Ame). Segundo dados da pasta, entre 2021 e 2025, o equipamento ficou inoperante por um período somado de 22 meses. Apenas no ano passado, foram realizados três consertos, com custo médio de R$ 4 mil a R$ 5 mil cada. Uma nova pane neste ano gerou um orçamento de reparo estimado em R$ 22 mil. Diante do alto custo e da recorrência dos defeitos, a prefeitura, por meio da secretaria de gestão pública, optou por contratar uma Consultoria Técnica especializada em engenharia de transporte vertical. O objetivo é realizar uma inspeção rigorosa no elevador de maca e emitir um laudo detalhado sobre as falhas estruturais do aparelho. Com o documento em mãos, a administração municipal decidirá se investirá em uma nova reforma ou se abrirá licitação para a compra e instalação de um modelo de elevador totalmente novo,” admite a assessoria. 

“Na edição do dia 13 de março deste ano (GP 2113), fiz uma reclamação e hoje fico muito triste de ver que o grave problema continua sem solução. Voltei lá e vi que está tudo do mesmo jeito. Estou falando do elevador do Ambulatório Médico de Especialidades (Ame), no bairro Senador Valadares, que está interditado, desde o início deste ano, e quem mais sofre são os idosos, cadeirantes, pessoas com deficiência e pacientes com dificuldade de locomoção. Muita gente está precisando subir as escadas de lá, para conseguirem atendimento, o que é um grande transtorno e, em alguns casos, até um risco para a saúde deles. Fiquei sabendo lá que algumas pessoas até fizeram um Abaixo-assinado, com mais de duzentas assinaturas, para ver se conseguem chamar a atenção das autoridades. Enfim, é um serviço de saúde, onde a acessibilidade deveria ser prioridade. Não acho justo que pacientes enfrentem mais esse sofrimento, justamente quando procuram atendimento médico...”