Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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GABRIEL JOSÉ BARBOSA PALOTTI, administrador e Garra Profissional 2021 no agronegócio

Gozacao Pura

TUDO LIBERADO PARA OS ADOLAS... SOCORRO, PATO ROUCO!

Gentalha, a BOOOMBA desta semana é sobre um bar da city, que está puxando jovens de todas as idades e bairros. E, of course, que euzinha vou contar tudo para vocês em 1ª mão! Ai, pareço uma louca, imitando aquele xarope do colunista GP, que adooora usar termos em inglês. Mas vamos lá: quando esse bar surgiu ele era apenas um local para divertir a meninada na prática de um esporte moderno, sem fins lucrativos. Porém, isso foi apenas uma isca, porque quando o local começou a ferver, decidiram incluir um bar, que começou a atrair jovens de mais idade. Aí, virou aquela farofa: tem meninos com menos de doze anos e adultos de até quarenta. Hoje em dia, basta sextar para aquilo ali ficar lotado. Mas não é lotadinho não, é lotadaço de gente e de carros e motos estacionados nas ruas, ao redor. Aí, de tanto amigos meus me chamarem, estive lá para ver tudinho de perto. Jesuuus!!! Chegando lá o que eu vi carros de som na porta, parecendo até um evento automotivo, com cada mais alto que o outro. Parecia até uma competição de quem fazia o seu paredão tocar mais alto. Foi um custo passar ali na furreca do meu amigo. Era muita bagunça, gentalha de tudo quanto é tipo. Vi até um povo esquisito demais e armado  custei a passar e parar meu carrinho no meio de tanta bagunça. Quando, suadérrima, cheguei num ponto menos insuportável daquela zorra, ainda tive que pagar vinte reais só para ficar ali, com o carro estacionado, na rua. Como se fosse estacionamento, sabe cumé? Isso, porque o palco estava virado para a rua, onde euzinha estava. Pior que isso, só mesmo o show de quinta, horrível! Meus ouvidinhos, sensíveis que são, quase sangraram ao ouvir aquele som porcaria de favela. Depois, fui comprar uma bebida, porque euzinha não sou santa, né nêga? Depois de passar naquele corredor polonês com tudo quanto é coisa esquisita, relando na minha mufunfa, não tinha mais bebida. Cara daquele jeito e tinha vendido tudo, inclusive para os menores de idade. Deixa o Pato Rouco ficar sabendo disso! BUUUM! E olha que eram apenas dez horas da noite e o negócio tinha começado às oito. Nessa hora, chutei o balde e me desloquei com a minha gangue para outro bar, onde bebi com calma, sentada em cadeira, longe daquela algazarra, vendo o Cristo Redentor, agora me abençoando de braços abertos.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR – Você, que é pai e mãe, saberia me dizer se seu(sua) filho(a) também tem ido nesse bar?

ATÉ BREVE! E DE LEVE...

Você não sabe quem sou eu, mas euzinha sei tudo sobre você!


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