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ANO 37 - Nº 1900
Pará de Minas 13/01/2022


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Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1893 abaixo: 

REDES SOCIAIS E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO: CADA MACACO NO SEU GALHO

Naquele sábado à tarde, véspera de feriado, o estacionamento do shopping estava abarrotado de carros, quando chegaram mais quatro. As mulheres que acompanhavam os homens desceram dos carros e foram na frente, com os saltos altos estalando no asfalto. Queriam visitar lojas, fazer compras e, depois, tomar um chopp geladinho na praça de alimentação, ao lado de seus maridos, noivos ou namorados. Pra falar a verdade, os homens estavam ali mais para acompanhar as mulheres, mas gostaram de se encontrarem ali, na hora certinha, como combinado. Ficaram para trás delas, conversando outras coisas, do interesse deles. Davam alguns passos e paravam, quando um deles falava alguma coisa. Os quatro, expressivos empresários, estavam, naquele tarde, conversando sobre as propagandas de suas empresas. O mais jovem, herdeiro de um gordo patrimônio falou:

- Cortei a verba publicitária dos veículos de comunicação tradicionais, como tv e rádios, e estou pensando, seriamente, em cortar os jornais também. Neste novo mundo a vez é das redes sociais e é pra lá que eu estou indo!

O empresário de maior sucesso entre eles questionou:

- Você já mediu o retorno deste novo investimento?

- Ainda não, mas vou medir, em breve. Mas, a grosso modo, sei que estou vendendo igual, nem mais, nem menos.

O empresário com mais idade acrescentou:

- Convêm você medir mesmo, contratando um profissional de comunicação dos bons, para fazer isso pra você. Talvez, você possa estar no mesmo patamar de vendas de sempre, por causa do residual que as propagandas tradicionais de rádios, tv e jornais deixaram nas mentes dos consumidores. Eu acho que a coisa não é tão simples assim, como você está falando. Cuidado para não perder tudo que o seu pai construiu...

O quarto empresário falou, por fim:

- Já fiz esse trabalho de medir os resultados publicitários online na minha empresa e acabei não cortando nenhuma mídia tradicional. Estou seguro de que veicular neles é de suma importância, para ter um retorno real e palpável. Segundo a pesquisa feita pra mim, as redes sociais não têm a credibilidade que os veículos de comunicação têm, por causa das fakes news. 

Agora, olhando para o mais jovem entre eles, disse:

- No seu negócio, por exemplo, peças de celulares e confecção de roupas, é provável que você possa ter retorno e até melhorar as suas vendas. Afinal, você vende produtos para a juventude. Agora, no nosso caso - referindo-se a ele e aos outros dois empresários - que vendemos casas, apartamentos, carros, produtos de supermercado, coisas mais caras, a história é bem outra. Eu, por exemplo, anunciei em redes sociais e a minha propaganda foi, realmente, muito visualizada, mas, retorno que é bom, não tive quase nenhum... O público ali é muito meninada, que ainda não tem poder de compra...

E você, acha que as fake news, realmente, têm prejudicado o mercado publicitário das redes sociais?

UMA BOA LEITURA!



O editor GP escreve mais uma crônica: Sabia que a Serra do Cipó acaba de ganhar um novo Juquinha?


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