Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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GABRIEL JOSÉ BARBOSA PALOTTI, administrador e Garra Profissional 2021 no agronegócio

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3 GOLPES: R$ 10.100,00, R$6.500,00 E SALVA PELO GONGO

1) Uma mulher, 51, tomou um prejuízo de R$10.100,00. Ela contou à P M, em sua residência, no São Luiz, que recebeu uma ligação telefônica, quando um homem se identificou apenas com o 1º nome, dizendo que os cartões de crédito e débito dela tinham sido clonados e que alguém de sua equipe, no banco, passaria em sua casa para o recolhimento dos mesmos para perícia e regularização. A vítima disse que, logo após, chegou à sua residência, um homem de carro, que se identificou como funcionário do banco, e que estava ali para recolher os cartões para os devidos procedimentos. Aí, a mulher passou os cinco cartões de crédito/débito, com as devidas senhas, ao homem, que foram cortados ao meio por ele, lhe devolvendo a metade de cada um. O homem saiu com o carro e depois parou, um pouco mais à frente, retornando a pé, para entregar uma declaração que a vítima assinou, não se responsabilizando por qualquer compra que fosse feita com os cartões dali pra frente. Nesse momento, ela desconfiou que estava caindo em um golpe. Aí, o seu marido tentou ir atrás do suspeito, mas ele entrou, correndo, no carro e fugiu do local, não sendo mais visto. Como o bandido havia deixado um número de telefone ela ligou, mas ele não existia. Ao tentar fazer o bloqueio dos cartões, ela foi informada que, infelizmente, ele já havia efetuado compras no valor de R$10.100,00...

2) A PM foi acionada no Recanto da Lagoa por uma jovem, 21, que acabou caindo em um golpe, pelo celular. Ela contou aos policiais que recebeu uma mensagem em seu celular, lhe informando que ela deveria atualizar os seus dados cadastrais no banco em que possui conta. Após realizar a atualização de seus dados, via telefone, constatou que foi vítima de estelionato, pois foram retirados de sua conta, por uma transferência bancária e pix, R$6.500,00. Ela informou aos policiais os dados bancários da pessoa que fez as transferências, que os repassou à à PC/P C - Polícia Civil, para as demais providências.

3) Uma mulher, 72, foi vítima de outro golpe, após os criminosos se passarem por funcionários de uma agência bancária. Em sua residência, no São Pedro, ela relatou para a P M que recebeu uma ligação, na qual um homem se identificou como sendo gerente de um banco de São Paulo. Ele lhe informou que um cheque em nome dela havia caído na tal agência, descontado por uma rede de lojas de eletrodomésticos. Ela disse ao suposto gerente que não havia emitido nenhum cheque para tal loja. O homem disse, então, que enviaria um segurança do banco à sua residência para colher mais informações. Logo depois, chegou um outro homem à sua casa, que lhe pediu documentos e ela lhe entregou três cartões bancários, com suas respectivas senhas, além de um cartão bancário do seu marido, uma declaração manuscrita informando seus dados pessoais e um celular. Em seguida, o homem deixou o local e a vítima desconfiou que poderia ter caído em um golpe. Aí, ela entrou em contato com os bancos e bloqueou todos os cartões.


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