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Pará de Minas 12/08/2022


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VEJA NA EDIÇÃO 1876: NAS BANCAS DE 23/07 A 29/07. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

PROFESSORA SUSPEITA DE MAUS TRATOS A GATOS... (2)

Na edição GP 1873, a GAZETA publicou, nas páginas 1 e 5, uma matéria, onde a professora Lúcia Regina Julião fala que estava suspeitando de maus tratos aos gatos de rua, que vivem em frente à escola de artes. Depois da veiculação dessa matéria, Lúcia encaminhou a este jornal uma nota informando que exerce em Pará de Minas um trabalho sério, de responsabilidade, em relação à causa animal, motivo pelo qual recebe muitos pedidos de ajuda em relação à maus-tratos e denúncias. Porém, enquanto cidadã, ela somente pode orientar e instruir as pessoas a procurarem, por meios legais, os seus direitos, para uma maior clareza e legitimidade das ações. No episódio dos gatos que desapareceram no CCZ - Centro de Controle de Zoonoses, ela disse que somente orientou o responsável pela alimentação dos animais comunitários a buscar respostas para o lamentável fato ocorrido. Ressaltou que Pará de Minas avança, por meio de parcerias com a prefeitura, para ações efetivas e necessárias para uma construção da Educação Ambiental Humanitária e o Bem-Estar Animal, que ela acredita e se empenha para tal. Após, Lúcia solicitou que a reportagem GP procurasse o advogado que está à frente desse caso. Procurado, ele concedeu entrevista, mas solicitou que o seu nome não fosse citado. Dessa forma, a matéria só pode ser veiculada aqui, no Grito Popular. A fala dele foi resumida, porque vários trechos já tinham sido descritos na matéria anterior. Veja o que ele acrescentou.

“O que aconteceu, realmente, foi tudo aquilo que já foi veiculado pela GAZETA. (...) Como era uma 5ª feira e a veterinária do CCZ me disse que eles só fariam as cirurgias na 2ª, questionei se os gatos ficariam ali, daquele jeito, durante quatro dias. Foi quando eles me disseram que iriam fazer o possível para castrar no dia seguinte. Eu disse a eles que, no dia seguinte, então, eu voltaria lá para ver as reais condições em que estariam os gatos. Porém, quando cheguei lá não tinha mais nenhum gato... Não sei se eles os mataram, se os soltaram... Diante disso, estou entrando com uma ação penal de maus tratos. Na lei federal 9.605, de 1998, artigo 32, é citado que, na prática de ato de abuso, maus tratos e mutilação, a pena pode chegar até a 5 anos de prisão. Infelizmente, porém, no Brasil as leis não são cumpridas, como deveriam ser, mas, ainda assim, estou ajuizando essa ação penal, porque o pessoal tem a visão errônea de que animal é objeto e, por isso, há muitos abandonos. Colocamos, inclusive, uma placa na frente da escola de artes, onde esses gatos ficam, para seus donos não os abandonarem. Têm até filhotinhos abandonados lá e, geralmente, eles morrem, por meio de cães de rua, atropelamentos e até envenenamento. Não sei se as pessoas cometem esse crime por maldade ou porque são leigos na lei. Essa situação tem que ser fiscalizada, de uma forma mais efetiva. O CCZ local nunca funcionou. Tem muita gente bacana na cidade, mas só colocam pessoas incompetentes para trabalhar lá. A chance de um animal morrer por uma castração bem feita é praticamente zero, porque é muito simples, mas ali a mortalidade de animal na hora de fazer esse procedimento é muito grande! Descaso total do município! No mais, pelo espaço que existe no CCZ, eles poderiam até fazer uma feira para doar animais... Aproveito também essa oportunidade, para esclarecer que pombo e gato não transmitem doenças. Isso é mentira! Você já ouviu alguém morrer com doença de pombo ou gato? Eu nunca ouvi! Quem mais transmite doença é o ser humano. Fala-se da toxoplasmose, que vem do gato, mas essa doença pode ser transmitida por qualquer animal. Entretanto, para ser contaminado a gente teria que comer fezes do animal. O pessoal tinha que estudar mais sobre isso, pois são mitos que se criam e prejudicam muito esses animais...”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura não quis se manifestar mais sobre esse assunto, uma vez que a sua resposta já havia sido dada à reportagem GP e publicada na página 5 da edição 1873, quando a 1ª matéria foi publicada. 


Entre outras queixas dos leitores GP leia: “Bairro Serra Verde: sempre esquecido”


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