Selo GP ANO 37 - Nº 1861
Pará de Minas 08/04/2021
Fundação:
Francisco Gabriel Bié Barbosa
Alcance, credibilidade e
imparcialidade,
desde 84
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Pará de Minas 08/04/2021
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Alcance, credibilidade e imparcialidade, desde 84

GRITO POPULAR


01/04/2021 | Notícias
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<p><b>GRITO POPULAR</b></p><br></p>

VEJA NA EDIÇÃO 1860: NAS BANCAS DE 02/04 A 08/04. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

CHUVA DE GRITOS SOBRE O SENADOR VALADARES (4)

Leia hoje mais duas opiniões de leitores GP sobre a série de entrevistas que estão sendo feitas por este GP Jornal sobre a polêmica questão do bairro Senador Valadares que não estar indo pra frente. Confira:

1. “Há construtores em Pará de Minas que não têm o menor interesse desse loteamento ir pra frente, porque, se isso acontecer, haverá um boom imobiliário jamais visto na cidade. Afinal, Pará de Minas não tem mais por onde crescer bem, a não ser para o Senador Valadares. Aí, os construtores teriam uma dificuldade gigante para vender os milhares de apartamentos dos prédios que eles não param de construir por toda a cidade, inclusive no Centro. Enfim, trata-se de uma Guerra de Grandões, onde está envolvida muita grana, tendo de um lado a moderna verticalidade (prédios) e do outro, a tradicional horizontalidade (residências). Parabéns, reportagem GP, por essas importantes e necessárias matérias investigativas, em prol de Pará de Minas!”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, a Assessoria de Comunicação do Crea local - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia não enviou resposta até o fechamento desta edição. Entretanto, caso ainda queira, é só manter contato.

2. “Gostaria de manifestar minha total insatisfação ao ler a matéria sobre o bairro Senador Valadares, no dia 12 de fevereiro, porque essa questão é, basicamente, politica. Vontade política! A visão apresentada pelo  entrevistado (engenheiro Jurandyr Faria Leitão) não faz nenhum sentido, visto que se for levado em consideração todos os bairros que margeiam os córregos da  cidade, todas as casas teriam de ser retiradas. A questão dos alagamentos da cidade têm, sim, um fator de consequência, devido aos bairros que ali foram construídos. Todavia, tem uma causa muito mais acentuada, pela falta de investimentos da Copasa, que atuou aqui, durante décadas, e também da nova empresa (Águas de Pará de Minas) (...). Caso a prefeitura tivesse mesmo o interesse de resolver os problemas de alagamento da cidade faria a obrigatoriedade de lixeiras nas portas das casas, proibiria a colocação de material de construção nas ruas, etc..”  (Continua na próxima edição).

NOTA DA REDAÇÃO - * A Assessoria de Comunicação da Copasa foi contatada, mas não enviou resposta até o fechamento desta edição. Entretanto, caso ainda queira, é só manter contato. * Entretanto, em contato com a Águas de Pará de Minas, a reportagem GP foi informada que, por se tratar de água pluvial, o assunto não é de responsabilidade dessa concessionária. 

“MAIS UMA CONCESSIONÁRIA DE CARROS NA CIDADE?”

“Sou de Divinópolis/MG e ouvi dizer que estaria chegando em Pará de Minas uma concessionária da japonesa Toyota que será instalada aonde já foi uma concessionária da Chevrolet. Verdade ou mentira?”

NOTA DA REDAÇÃO - Chegará não, já chegou, como pode ser conferido na edição GP 1856, página 3, foi veiculado um belo anúncio de ½ página dessa empresa. Na edição GP seguinte (GP 1857), também página 3, foi publicada também uma matéria de cobertura da inauguração, com fotos da mais nova concessionária de carros da cidade. 




Entre outras queixas dos leitores GP leia: Houve licitação para colocar esse painel?


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