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ANO 38 - Nº 1918
Pará de Minas 20/05/2022


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ALTA DEMANDA POR MEDICAMENTOS FAZ HNSC ANTECIPAR COMPRAS


Os desafios impostos pela pandemia se tornaram ainda mais graves neste ano e, agora, o colapso no sistema de saúde está indo além da procura por leitos. Hospitais públicos e privados já relatam risco de escassez de medicamentos e outros itens usados na intubação de pacientes com covid-19. Buscando se antecipar frente a este cenário, o HNSC - Hospital Nossa Senhora da Conceição tem adotado novas estratégias para manter seu estoque. A diretora financeira Yanna Pascoal explica que a instituição está trabalhando com um estoque para até 20 dias, e as compras e reposições estão sendo feitas semanalmente. “Estamos com dificuldades em encontrar alguns medicamentos, então precisamos aguardar os nossos fornecedores receberem. Temos o dinheiro em mãos, mas não temos o medicamento no mercado, e estamos enfrentando fila para que os medicamentos sejam fornecidos. Nos reunimos sempre para procurar soluções e substitutos dentro do nosso orçamento. Os preços têm aumentado semanalmente. São medicamentos importantes, principalmente para atender e dar assistência aos pacientes com covid-19, pois eles dão suporte ventilatório, analgesia, anestesia.”

EXEMPLOS - Aqui vão dois exemplos: o Midazolam, usado na sedação do paciente, subiu de R$ 14,00 para R$ 22,00 cada ampola, e a fila de espera para o fornecimento está grande. Já o anestésico Propofol subiu de R$ 17,00 para R$ 32,00. O hospital recebe verbas em nível municipal, estadual e federal destinadas aos pacientes com covid-19 e já tem reservado parte deste recurso para este tipo de situação. Mesmo com as recentes dificuldades, o HNSC frisa que o atendimento aos pacientes não foi prejudicado e a Instituição segue trabalhando para que, em momento algum, faltem insumos, medicamentos ou oxigênio para seus os pacientes.


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