Selo GP - Rodrigo Roreli Laço
Fundação:
Francisco Gabriel Bié Barbosa
Alcance, credibilidade e
imparcialidade,
desde 84
ANO 38 - Nº 1923
Pará de Minas 24/06/2022


exclusivo

UNIVERSO FAPAM

exclusivo

GERANDO PERGUNTAS

exclusivo

GIRANDO POR AÍ

exclusivo

GOL DE PLACA

exclusivo

GOSTOSURAS PRÁTICAS

exclusivo

SOCIEDADE GP

exclusivo

GENTE PEQUENA

exclusivo

GALERA PARTICIPANTE

exclusivo

GOTA POÉTICA

exclusivo

GRANDE PATRIMÔNIO

exclusivo

GALERA PLANTONISTA

exclusivo

GRITO POPULAR

exclusivo

GENTE PENSANTE

exclusivo

ATÉ AQUI,FATALIDADE ASSIM SÓ ERA VISTA NO FILME PREMONIÇÃO

exclusivo

HISTÓRIA DE VIDA

VERA LÚCIA SENA VALADARES
Adoro o GP Jornal

TÁ NA GAZETA? TÁ NA HISTÓRIA!

“O GP Jornal é informação e entretenimento, com qualidade e confiabilidade!”
VINÍCIUS PEREIRA DOURADO, médico cardiologista

Notícias

GRITO POPULAR
Entre outras queixas dos leitores GP leia: Por que não limparam as ruas do Santos Dumont e Jardim das Oliveiras?

VEJA NA EDIÇÃO 1821: NAS BANCAS DE 26/06 A 02/07. DEPOIS, SÓ NA GAZETA. Veja também outras queixas da edição anterior abaixo.

“SOU OBRIGADO(A) A ABRIR O PORTÃO?”

“Queria que vocês da GAZETA descobrissem uma coisa para mim, já que liguei na prefeitura e nem consegui falar. Vão passando de uma pessoa para outra e ninguém resolve nada ali. É o seguinte: durante essa pandemia, sou obrigado(a) a abrir o portão da minha casa para os agentes de combate à dengue? Estou perguntando isso, porque pararam um carro na porta da minha com 4 pessoas sem máscaras. Aí, um homem e uma mulher desceram e a mulher se identificou como sendo fiscal, mas eu não quis abrir o portão, já que estou de quarentena com a minha família. Como eles não gostaram da minha atitude, ficaram gritando que eu não quis abrir, porque o meu quintal deve estar todo sujo e não é nada disso...”

NOTA DA REDAÇÃO – Contatada, veja o que disse a Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

“A prefeitura informa que segue as normas definidas pelo Ministério da Saúde para o trabalho dos agentes de combate às endemias, no combate à dengue. O protocolo determina a realização das visitas, na área externa das residências. Ou seja, está suspensa a inspeção no interior das casas. No caso do proprietário do imóvel fazer parte do grupo de risco como, por exemplo, ter mais de 60 anos, a visita não é obrigatória. Nessa situação, basta informar ao agente. A secretaria lembra ainda que todos os agentes de combate a endemias passaram por treinamento, para trabalhar durante esse período de pandemia. Além disso, usam sempre máscaras, luvas e álcool em gel para higienizar as mãos,” ressalta a assessoria.

GARIS TÊM OU NÃO TÊM CAPAS DE CHUVA?

“Naqueles dias de muita chuva, vi garis trabalhando na limpeza de nossas ruas, sem usarem capas de chuva. Passei de carro e achei muito desumano aquilo. Pensei em ligar para a GAZETA e fazer um grito, mas o tempo passou e eu acabei me esquecendo. Porém, nestes dias em que estou enclausurado(a) em casa, tenho visto muitos filmes e em um deles vi uma cena de chuva que me fez lembrar aquela situação das garis trabalhando sem capas de capa. Será que a empresa responsável pela limpeza pública de Pará de Minas não tem oferecido capas de chuva para as formiguinhas patafufas trabalharem?”

NOTA DA REDAÇÃO - Contatada, veja o que disse a coordenadora de limpeza da Engesp, Denise Costa. 

“A Engesp construções vem, respeitosamente, informar que a empresa segue todas as diretrizes da segurança apresentadas pelos órgãos regulamentadores do trabalho. Ou seja: * todos os profissionais são treinados; * todos recebem os respectivos equipamentos de proteção individual pertinente à sua atividade e que respeitam o prazo estabelecido pelo fabricante, sendo trocados, regularmente. No caso dos garis, a orientação e treinamento são para utilização de vestimentas especificas para proteção em ocasiões de chuva branda a moderada e em ocasiões de chuva forte suspendemos imediatamente os serviços. A empresa tomará as medidas para advertir disciplinarmente àqueles garis que estavam em flagrante descumprimento às diretrizes passadas pelo setor de segurança do trabalho e possam ter deixado de utilizar do equipamento de proteção indicado para ocasiões de chuva. Desse modo, esclarecemos as dúvidas do(a) leitor(a) GP e reiteramos nossa satisfação em contribuir, via GAZETA, para o bem comum dos munícipes e do município de Pará de Minas,” esclarece a coordenadora.

Mais da Gazeta