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Pará de Minas 18/08/2022


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O editor GP escreve mais uma crônica: Quando a vaidade chega ao ponto de prejudicar a própria pessoa

VEJA NA EDIÇÃO 1816: NAS BANCAS DE 22/05 A 28/05.

Veja também a crônica deste mesmo colunista da edição 1815 abaixo:

AS SEPARAÇÕES, EM GERAL, SÃO REPENTINAS OU VÃO ACONTECENDO AOS POUCOS?

Tudo aconteceu antes do Congresso Nacional falar no desejo de abrir processo de impeachment contra o presidente Bolsonaro. Como todas as famílias no país estavam confinadas, por causa do Covid-19, ficou difícil anunciar, durante aquele almoço de domingo, uma decisão do casal. 10 anos de união, tida como exemplar para os familiares, ruíram pra valer e não teve como segurar mais a avassaladora onda. Mas como era preciso anunciar aos familiares de ambos os lados, resolveram fazê-lo naquele domingo mesmo, por meio de um único texto online. Levaram horas para escrevê-lo, colocando e tirando palavras para nenhum dos 2 ser taxado de culpado. Por fim, concluíram o comunicado, não sem lágrimas, não sem dor. Ela enviou para os familiares dela e ele, para os dele. Como era domingo, pouca gente visualizou a inesperada mensagem. Os poucos que leram enviaram reduzidas respostas de uma ou 3 palavras com as carinhas de sempre, mais parecendo uma comunicação dos tempos da caverna. As primeiras diziam:

- Nossa!!! / Que isso? / Chocada! / Brincadeira de mau gosto... / Kkk vindo de vocês não cola não! / Para com isso, casal 20... / e etc.. 

No outro dia, segunda-feira, a mãe daquela mulher enviou uma mensagem, não para a filha, mas diretamente para o genro:

- Fulano, recebi uma mensagem da cicrana, dizendo que foi um texto feito a duas mãos. Como parece verdade, só quero dizer que não foi assim que você pediu para se casar com a minha filha. Agora, quer devolvê-la dessa 

forma, de uma hora para outra, tão de repente e por meio de uma mensagem no whatsApp? Você me deve, no mínimo, uma boa explicação, não acha?

O genro entendeu a sogra e a respondeu, sem conversar antes com a esposa:

- Querida sogra, a dor que a senhora sente agora, de supetão, vem sendo sofrida por nós 2, há meses. E só tomamos a decisão de avisar aos nossos queridos familiares dessa forma, por causa desse isolamento social provocado pelo novo coronavírus. Saiba, porém, que tudo foi acontecendo aos poucos, durante um dolorido trecho de nossa caminhada, quando começaram acontecer afastamentos diversos, de ambas as partes e de forma gradativa. Seja nos horários dos almoços, dos lanches noturnos, dos horários diferentes de dormir e acordar e até nos encontros com amigos e familiares, nos fins de semana, quando passamos a nos sentar sempre separados um do outro... Depois, veio o pior: começamos a dormir em camas separadas também. Aí, decidimos tomar essa decisão, antes que a nossa infelicidade atinja também aos nossos filhos...

E você, acha que uma separação tem início antes dela realmente vir à tona? Uma boa leitura!

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