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ANO 38 - Nº 1930
Pará de Minas 12/08/2022


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Notícias Coronavírus

“COMERCIANTES QUASE MORRENDO ASFIXIADOS?”

O comércio quer e precisa reabrir as portas e isso tem levado um grande número de comerciantes a recorrer à Ascipam e à CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas em busca de ajuda para o restabelecimento das atividades. O sufoco financeiro dos lojistas vai aumentando, na medida em que avança a quarentena de prevenção ao coronavírus, desde 23 de março. A pressão financeira é tão grande, diante dos vencimentos de boletos, salários e outras despesas que um grupo de empresários se reuniu na sede da Ascipam, no dia 1° de abril, defendendo o retorno das atividades o quanto antes. O encontro atraiu comerciantes de diferentes ramos, quando o principal questionamento diz respeito às restrições de funcionamento. Exemplos: * Por que o comércio não pode abrir se a indústria mantém suas atividades normais? * Por que o comércio está fechado se supermercados, padarias e similares estão abertos? * Por que o comércio não pode trabalhar se as pessoas continuam nas ruas, ainda que em menor quantidade? Os lojistas reconhecem que a saúde tem de estar em 1º lugar, mas, se a economia, que já não estava nada boa, desandar, isso proporcionará um colapso maior que a própria doença. Os comerciantes de Pará de Minas acham que são suficientemente responsáveis para adotar normas internas em seus empreendimentos, de modo a garantir vendas e empregos. Presente no encontro, o presidente da câmara municipal local, Marcílio Souza, ficou sensibilizado com os depoimentos ouvidos e se comprometeu a reforçar o apelo ao prefeito Elias Diniz, para que ele libere a reabertura das lojas, por meio de um sistema especial de funcionamento. Por sua vez, a Ascipam e o CDL vão estruturar um projeto de restabelecimento das atividades varejistas para ser apresentado à prefeitura e ao Comitê de Prevenção ao Coronavírus, certos de que o momento exige bom senso, respeito ao próximo e fôlego para quem gera empregos e está quase morrendo asfixiado.

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