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COMO ANDA A VIOLÊNCIA NESTA CIDADE?

01/11/2018 | Eventos GP
COMO ANDA A VIOLÊNCIA NESTA CIDADE?

Esta GAZETA realizou no último dia 25, quinta-feira, o 228° Grande Papo, com o tema Violência, dessa vez na bem cuidada e pintada de novo Escola Municipal Dom Bosco. Os debatedores convidados pela produção desse tradicional evento cultural foram o tenente da PM Bernardo Wenceslau e a psicóloga Marina Saraiva. A animação musical ficou por conta do grupo Chegar Poético, que abrilhantou o evento. Durante o debate, a atenta plateia enviou perguntas inteligentes aos debatedores, por meio de Bié Barbosa. Após o evento, houve o sempre esperado Ganha Prêmio, com brindes da COGRAN, PLENTA ALIMENTOS e da própria GAZETA. Em seguida, a reportagem GP conversou, primeiramente, com o tenente da PM Bernardo Wenceslau. 

“Como eu disse durante o debate, com a participação da sociedade e da PM a gente vem, cada vez mais, tendo resultados positivos, já que a criminalidade tem diminuído consideravelmente, a cada mês, nesta cidade. A gente ainda solicita e conta sempre com essa participação da sociedade, pois a segurança pública é um dever do Estado, mas direito e responsabilidade de todos. Felizmente, temos visto a participação dessa sociedade e a PM tem feito sua parte, resume Bernardo.

SOMOS TODOS VIOLENTOS - A reportagem GP conversou também com a psicóloga Marina Saraiva. Confira.

“Todos nós temos uma agressividade latente, pois já nascemos com traços agressivos. Só que tem também a influência dos pais, dos professores, da família, das leis e de nossa cultura, que vão fazendo com que a gente diminua esses traços agressivos. Vão surgindo os freios. Só que algumas pessoas, em decorrência de vários fatores, é como se esses freios falhassem, não funcionasse mais e elas vão continuando com essa agressividade e, às vezes, extrapolando em alguns comportamentos. O que a gente precisa observar é como está o nosso nível de agressividade, como eu trato às pessoas ao meu redor, pois o ideal é que a gente se avalie. Falar sobre vontade de bater e de matar são naturais do ser humano. O problema é quando a gente percebe ameaças e agressões. Aí sim. Se o autor desses comportamentos não perceber que ele está excedendo, precisa buscar tratamento,” acrescenta Marina.

GOSTO DE QUERO MAIS - A reportagem GP conversou ainda com uma das integrantes do grupo Chegar Poético, Regina Gonçalves. Acompanhe.

“O nosso grupo é um grupo de chegança, que tem raízes nas músicas, cantigas de domínio público, cultura popular e tem essa proposta de chegar, trazer as cantigas e, depois, ir embora, deixando um gosto de Quero Mais, trazendo essa memória afetiva das pessoas. O nosso trabalho com as crianças (apresentado neste Grande Papo) começou agora e essa foi a segunda apresentação deles, que começaram um ensaio no meio do ano. Está sendo uma maravilha trabalhar com elas,” comemora Regina.




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