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12/09/2013 - 2013 - Escolhido o Pai Patafufo do Ano

Observando a insdiscutível evolução da mulher na sociedade e a eleição da Mãe pará-minense na cidade, pelo Rotary Club, a Gazeta pará-minense, em 2003, passou a eleger também o Pai pará-minense do ano, através de emocionantes matérias de 1ª página, na última semana anterior á comemoração do dia dos pais.



2013 - Escolhido o Pai Patafufo do Ano

2013 - Escolhido o Pai Patafufo do Ano Como vem acontecendo, desde 2003, esta GAZETA apresenta agora o pai escolhido para ser o Pai Patafufo do Ano, quando a Equipe GP analisou atentamente todos os currículos que chegaram à redação do jornal. O pai selecionado foi Édson Campolina Pontes, 86, corretor oficial de imóveis, casado com Mara Campolina Reis, há 53 anos, com quem teve 4 filhos: Édson (Edinho), Edmar, Edmara e Ednamara. Veja agora a carta escrita e enviada ao jornal por sua filha Edmara, e que deu ao seu pai esse grande presente no Dia dos Pais, comemorado neste domingo, dia 11.
“É com grande honra e prazer que escrevo um pouco sobre o meu pai. São tantas coisas, fatos passados nesta vida, que é difícil lembrar e escrever tudo sobre ele. É uma pessoa boa demais, preocupada em ajudar a todos, sem medida. Talvez, esse até seja o defeito dele: querer resolver os problemas de todos à sua volta. Meu pai está sempre voltado para ajudar a família e aos mais necessitados. Filho de José Dias Pontes e Águeda Campolina Pontes Marques, fazendeiro e professora, meu pai foi comerciante e, posteriormente, corretor oficial de imóveis em Pará de Minas, profissão que exerce até hoje, aos 82 anos de idade. Foi eleito presidente da Arena (partido político já extinto) em Pará de Minas e vereador, em 1963, numa época em que os vereadores não eram remunerados. Isso ele nos conta, mostrando-nos que o interesse maior era ajudar o progresso de Pará de Minas. Com a ajuda do governador Magalhães Pinto, em 1963, entrou com um requerimento pedindo ao prefeito daquela época para terminar a terraplanagem do campo do Rio Branco Futebol Clube; fez parte da diretoria do clube, em 1958; e foi presidente do Paraense. Incentivador do esporte, levava sempre a família aos campos de futebol. Nós, seus filhos, procuramos nos espelhar no seu exemplo amoroso e bom dele. Preocupado com a educação, em 1964, conseguiu com Nélson Melo Franco um terreno para criação da atual Escola Estadual Manoel Batista. Em 1965, solicitou ao governador Magalhães Pinto a criação de uma escola estadual na cidade que foi aprovado, passando a ser chamada de Escola Estadual Fernando Otávio, dando assim, oportunidade para todas as pessoas estudarem. Ele nos fala sempre da importância dos estudos, que devemos estudar e sempre buscar novos conhecimentos. Preocupado com o progresso da cidade, conseguiu junto ao governo estadual uma verba para a construção da Ponte Grande. Também no passado, como corretor de imóveis, evitou que a sede do museu local fosse vendida para demolição, alegando a importância do imóvel para a cultura da cidade. O bispo Dom Cristiano Portela nomeou uma comissão para dar continuidade à construção da Cidade Ozanan, quando meu pai foi escolhido para ser o encarregado de sua construção. Meu pai nos ensinou e ensina que devemos respeitar e cuidar sempre dos mais velhos. Durante vários anos, ele doou sangue para o hospital. Vendo as dificuldade do hospital, em 1981, conseguiu, através de um amigo deputado, um equipamento alemão para a Fumusa para a qualificação de grupo sanguíneo. Esse aparelho encontra-se ativo no hospital, até hoje. O meu pai foi e é muito trabalhador, batalhador, otimista, amoroso e alegre! É uma pessoa que nós podemos contar sempre com ele, todos os dias”.

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