Acervo de Notícias

30/09/2016 - NOTAS DO EDITOR

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NOTAS DO EDITOR

16/06/217 - SEXTA-FEIRA

EXISTE PROBABILIDADE GENÉTICA PARA SABER A HORA DE MORRER?

No encontro de cidadãos ausentes – 7ª versão – os conterrâneos foram chegando, separados e aos pares. Todos com um pouco mais de sessenta anos, mas havia quem tivesse mais de noventa. Todos que se aproximavam desse, que já tinha vencido nove décadas, e perguntavam, quase sempre, a mesma coisa, achando-se super originais na formulação de suas perguntas: 

- Conte pra gente o segredo para se chegar à sua idade, tão bem assim. 

Risonho e orgulhoso, o homem falava para todos a mesma coisa também: 

- Tem gente que fala que a saúde está na alimentação; outros falam que está na ingestão exagerada e diária de água, mas para mim a saúde está é nas pernas. Eu, por exemplo, faço caminhada, toda manhã, há mais de vinte anos. Mil metros por dia! Mas também não fumo; e bebida alcoólica só de vez em quando. O resto eu faço! (riso). 

Mais adiante, em uma roda de velhos amigos, da década de 70, eles conversavam também sobre suas idades. Alguns anunciavam que tinham 63, 64, 66 e 67 anos. Um deles, porém, aparentando ter idade parecida com essas, disse a dele: 

- Sete ponto três!

O pessoal se assustou com frases de efeito como esta: 

- Nossa! Não parece, de jeito nenhum! Você está brincando? Tenho um amigo que tem 65, mas fala que tem 80 só para o povo ficar assustado e admirado. (riso). 

Ele explicou:

- Não, não estou brincando não. São 73 mesmo! E como dizia o meu avô, já estou no lucro! 

Os amigos o consolaram: 

- Que nada! Você ainda tem muita estrada pela frente.

Ele sorriu e agradeceu:

- Obrigado, mas vejam bem: minha mãe morreu com 57 anos e o meu pai com 81. Somando a idade que os dois morreram e dividindo por dois dá quanto? 69! Essa é a probabilidade genética de vida que eu deveria ter. Ou seja, já estou no lucro com quatro anos de vantagem. 

E você, acha que probabilidade genética como essa tem algum fundamento? Uma boa leitura!

08/06/2017 - QUINTA-FEIRA

AS CARNES E AS BOMBAS ATÔMICAS...

No congresso de nutricionistas, o que mais tinha ali era gente magra e esbelta. Mas tinha de ser exatamente assim. Afinal, algumas profissões exigem que o principal cartão de visita - melhor publicidade - seja mesmo o corpo do profissional. A maioria deles era vegetariana e deu para perceber isso, na hora do almoço realizado em um refrigerado salão. Claro que também havia profissionais que consumiam carnes variadas, ainda que em porções bastante reduzidas. Observei a nutricionista loura, comentando com o nutricionista mais jovem, vegetariano:

- O importante é saber dosar. À cada refeição, você não deve comer uma carne qualquer – branca ou vermelha – que ultrapasse o espaço da palma de sua mão.

Ele gozou:

- A comer tão pouco, prefiro continuar vegetariano e não comer nada! (riso).

Mais adiante, duas nutricionistas se serviam no balcão self service. A de grande laço vermelho na cabeça falava:

- Eu estou a um passo do vegetarianismo, porque 80% dos sólidos que eu ingiro são vegetais, legumes, carboidratos e nada de fritura. Não como carne vermelha de espécie alguma, há 3 anos. Porém, confesso, que ainda não consegui abrir mão das carnes brancas.

Ao ouvir aquilo, a nutricionista com big emprego de chefia no governo federal disparou:

- Hoje, eu sou vegana, porque toda essa gigantesca onda de doenças como câncer vem, principalmente, das carnes – brancas ou vermelhas – que, por sua vez, vêm dos animais criados em confinamento. Veja o caso dos frangos, por exemplo. Eles são criados com luzes acesas, vinte e quatro horas por dia, sobre as suas cabeças. E pra quê? Para eles comerem muita ração artificial e alcançarem tamanho e peso, na metade do tempo de um frango criado solto. Quando você ingere esse tipo de carne é como estar jogando uma bomba atômica em seu intestino. E com a carne de peixe, boi, porco e outros animais é a mesma coisa: tudo criação confinada. Puro veneno para a saúde humana!

Após ouvir isso, a profissional de grande laço vermelho na cabeça deixou inteirinho no prato a porção de frango que ela iria comer. Pelo menos, naquele almoço de congresso.

E você, o que pensa sobre esses novos e radicais hábitos alimentares? Uma boa leitura!

25/05/2017 - QUINTA-FEIRA

EXISTE DIFERENÇA ENTRE WHAT’S UP E WHATSAPP?

Durante a aula de comunicação, na pequena escola particular, surgiu o assunto que, hoje em dia, não falta em nenhum lugar: o whatsApp. Com o moderno tema, os jovens alunos tomaram novo ânimo, tornando aquela aula, quase sempre maçante, bem mais empolgante. O aluno de cabelos raspados foi o 1º a colocar o seu ponto de vista:

- Nó, gente! Eu nem sei como seria o meu mundo sem o whatsApp. Tudo na minha vida passa por ele. Até para dar boa noite para a minha mãe, eu uso o whatsApp, quando eu envio do meu quarto para o quarto dela o meu desejo de que ela tenha bons sonhos (risos de toda a turma).

O rapaz de jaqueta vinho pôs fogo na fogueira:

- Galera, hoje em dia, até sexo eu faço pelo whatsApp (mais risos ainda).

A aluna aplicada, que se senta na 1ª carteira, tentou dar uma certa seriedade ao tema. Falou, toda compenetrada:

- A 1ª vez que eu ouvi o termo whatsApp acho que ele nem existia ainda o celular. Eu o ouvi, assistindo um filme americano que, tinha como cenário a cidade de New Orleans. Ali, os habitantes são negros, em sua maioria – não é à-toa que o jazz nasceu lá - não falam How are you?, mas WhatsApp e quer dizer a mesma coisa: Como vai você?

A turma toda exclamou um oh coletivo, impressionada com a inteligência e cultura da colega de classe. Ninguém disse mais nada, inibidos com a colocação tão sensacional da aluna número um da sala. Quando voltaram os olhos para o professor, esperando que ele desse sequência ao tema, ele se pronunciou, dizendo:

- Me desculpe, fulana, mas são dois termos diferentes, tanto na escrita, como no significado, apesar da pronúncia ser igual. Veja bem: o How are you deles se escreve What’s up e quer dizer: Tudo pra cima?, Tudo ok? E até o formal Como vai você? Mas é totalmente diferente de WhatsApp que nada mais é que uma mensagem enviada pelo celular.

Será que precisa dizer aqui sobre a falta de graça que aquela jovem estudante ficou e também do terrível bullying que até hoje ela sofre naquela sala de aula? 

E você, achava também que os dois termos ingleses significavam a mesma coisa? Uma boa leitura!

18/05/2017 - QUINTA-FEIRA

DINHEIRO OU PODER? OU OS DOIS JUNTOS E MISTURADOS?

Toda vida de qualquer pessoa está sempre exposta ao olhar de terceiros que até aumentam os fatos, mas nunca inventam. Em mesa de bar, por exemplo, quando homens se encontram para um happy hour, regado a cerveja gelada e tira-gosto, de preferência bem gorduroso, aí então o falatório não tem fim. Neste momento, você pode até tentar me corrigir, dizendo algo assim:

- Está doido? Homem nunca fala igual mulher. Nu!!! Mulher fala demais!

Mas eu insisto: mulher fala mais mesmo, mas ela fala de coisas e de opiniões que gosta de ouvir sempre, antes de tomar uma decisão qualquer. Homem não! Homem gosta mesmo é de falar das outras pessoas. De preferência, falar mal, apontando defeitos, principalmente dos homens que estão se destacando mais do que eles. Seja no amor, na vida profissional ou na vida familiar.

Mas, voltando ao assunto, numa dessas mesas de bar, sob o olhar atento do dono daquele estabelecimento, quatro ou cinco homens falavam dos políticos do lugar. O careca risonho, quase deitado na cadeira de lata, começou a intriga:

- Fico pensando sobre o motivo que leva um sujeito a querer ser vereador ou prefeito. Não deve ser para ser alvo fácil de porretadas da cidade inteira (risos).

O homem sério, mas de língua afiada, falou rápido:

- Para entrar na política tem de ter dois únicos motivos: poder ou dinheiro.

O careca retrucou:

- Acho que os dois! Haja propina (muitos risos).

O homem partidário saiu em defesa de um político:

- Mas o fulano. Ele não precisa de dinheiro! Metade desta cidade já é dele! Tem dinheiro para bater com o pau! (mais risos e cervejas).

Um outro homem, da oposição, deu a sua alfinetada:

- Mas ele precisa de prestígio, de poder para fechar os megas negócios de suas empresas. Puro jogo de interesse!

Por último falou o homem de pele avermelhada, aparentando ter pressão alta, de tantos torresmos ingeridos, toda tardinha, naquele bar:

- Agora, sobre o ciclano, penso que houve um único objetivo: grana para sair do vermelho que a sua empresa já estava, há mais tempo. Esse foi salvo pelo gongo (risos sem fim).

E você, ultimamente, tem gostado de falar mal de todos os políticos, como se não houvesse exceções? Uma boa leitura!

11/05/2017 - QUINTA-FEIRA

QUE TIPO DE FILHO UMA MÃE AMA MAIS?

Na anual reunião escolar, onde as mães de alunos seriam homenageadas, a alegria corria solta com muitas conversas, beijinhos e risos sem fim... No ar, um misto de bons perfumes que, juntos, ficaram com um cheiro desagradável de perfume barato. Daí a pouco, a diretora da escola pegou o microfone e leu algo com mãos trêmulas. Disse:

- Todos sabem que a educação de um filho não é responsabilidade só da escola. Mas sabemos também que não é só uma missão dos pais. Então, nem nós podemos jogar 100% dessa responsabilidade sobre os ombros de vocês, nem vocês podem jogá-la sobre nós, professores e diretores desta escola. Mas vamos deixar este assunto pra lá, apesar de sua importância para todos nós que lidamos, diariamente, com educação. O motivo deste nosso encontro é presenteá-las, queridas mães de nossos queridos alunos, com uma brilhante palestra da renomada psicóloga fulana de tal (aplausos). Após, haverá um lanche delicioso e sorteio de brindes para todas vocês. Obrigada por terem vindo, mas obrigada mesmo! Felizmente, nenhuma mãe deixou de vir.

E assim, a palestra começou com a psicóloga envolvendo todas as mães com perguntas do interesse real de todas. Em um dado momento, a psicóloga separou, em um lado do salão, as mães que tinham mais de um filho. Virando-se para elas perguntou: 

- Alguma de vocês poderia me responder se mãe gosta mais de um filho que de outro?

Houve um silêncio e, em seguida, todas balançaram negativamente a cabeça com exceção de uma mãe que pediu a palavra. Disse assim:

- Olha, tenho duas filhas e gosto delas de maneira igual, mas não vou mentir: por me preocupar mais com uma delas – por ela ter mais, digamos assim, dificuldade para captar as coisas – fica parecendo até que eu gosto mais dela, mas juro que é igual.

A psicóloga de meia idade explicou, então:

- Exatamente! Toda mãe, sem exceção, se preocupará mais com aquele filho que, em dado momento ou pela vida toda, precisar mais dela. Mas isso não quer dizer mais amor. Isso quer dizer mais atenção.

E você, gosta mais de um filho que de outro? Uma boa leitura e o meu desejo de muitas alegrias para todas as mães, neste domingo.

04/05/2017 - QUINTA-FEIRA

A MULHER E OS SEUS TRUQUES PARA PARECER ETERNAMENTE BELA

Quando eu conheci aquela moça, ela era tão bela, mas tão bela que tinha até um estranho costume: vivia com seus grandes e expressivos olhos verdes, quase sempre, abaixados. Onde chegava, tornava-se destaque, imediatamente, com todos homens e mulheres observando a sua elegância, com andar tão ereto, e vestimentas, sempre tão bem escolhidas e, geralmente, tom sobre tom. As mulheres que a conheciam, apenas de vista, afirmavam:

- Ah, se fosse eu com essa beleza toda! Não seria jamais tão tímida assim. Iria receber todos os olhares e gracejos e agradeceria por eles (risos). 

As mais ousadas, com um toque de ciúme, eram impiedosas:

- De que adianta essa beleza toda? Ela é flor sem cheiro.

Porém, quase ninguém, talvez ninguém, se arriscava a saber dela, diretamente, o motivo de viver com olhos quase sempre baixos. Um dia, me atrevi e perguntei. Ela ficou surpresa, respondeu, mas só me olhou, uma única vez; e mesmo assim de rabisco. Disse-me:

- Os homens me encaram e me constrangem... As mulheres fazem expressões de desprezo. Me secam! Acho que eu seria mais feliz se tivesse uma beleza normal, como todo mundo. Os anos se passaram, ela se casou com um homem mais velho e, obviamente, com dinheiro suficiente para exibir o mais precioso troféu dele. Mudou-se da pequena cidade para uma metrópole, teve 3 filhos que se casaram e lhe deram netos, suas alegrias atuais. Outro dia, a vi em um grande shopping. Apesar de idosa, manteve certa elegância e o bom gosto no vestir. O rosto, porém, estava deformado por tantas cirurgias e processos de rejuvenescimento. À certa distância, fiquei observando-a e pensando no tempo que sempre passa e, geralmente, é muito cruel com a juventude. Pensei:

- Agora, nenhum homem tem mais olhares para ela.

Entretanto, observei que ela, andando um pouco à frente do marido, contorcia o rosto, fazendo caretas horrorosas para os homens que passavam por ela, que, assustados, obviamente olhavam para o rosto dela. Com isso, o marido milionário, que vinha logo atrás, achava que os outros homens continuavam invejando o troféu consquistado por ele. Talvez, esse gesto ridículo dela tem mantido acesa a chama do orgulho que ele sempre teve de ter se casado com uma mulher tão linda... 

E você, como vê o tempo passando e a beleza partindo? 

27/04/2017 - QUINTA-FEIRA

OUÇA A VOZ DA EXPERIÊNCIA

Espelhado no que viu e tanto admirou em Lisboa/Portugal, ao retornar ao Brasil, aquele sociólogo aposentado como professor em universidade federal abriu uma loja para não se sentir tão descartável. Na verdade, era uma loja de livros e revistas, anexada à uma cafeteria. No canto esquerdo do local, ponto mais reservado, há uma sala aconchegante que ele nomeou de Aulas da Vovó. Todos os dias, em dois horários, ele recebe ali duas habilidosas e diferentes senhoras para fazer atividades diversas como quitutes, bolos, caldos, crochês, tricôs, bordados, pequenas costuras caseiras, etc.. A cada aula de, no máximo, uma hora, ele recebe uma dessas variadas mulheres, todas com mais de 70 anos, para ministrarem ensinamentos domésticos para uma clientela formada por jovens mulheres que, normalmente, nunca pegaram em uma agulha sequer em suas vidas. Não cobrava de nenhuma delas; bastava que comprasse algo cima de um certo valor em sua loja para ganhar um cupom e ter direito a assistir uma dessas aulas. A inovadora ideia espalhou-se logo e, hoje, já há até lista de espera. Se, por um lado, ele não cobra das clientes, por outro, ele remunera as idosas senhoras com artigos de casa de sua loja, após cada aula ministrada. A maioria delas nunca trabalhou fora do lar e todas sentem-se realizadas com o prazer dessa nova tarefa. Uma delas chegou mesmo a dizer:

- Nem precisava receber nada em troca, porque bom mesmo é ter esse compromisso para ficar fora de casa, pelo menos um dia (riso).

Certo dia, uma daquelas alunas fez um desabafo durante uma aula de montagem de saladas:

- Estou tão estressada hoje. Meu marido perdeu o emprego, há meses, e até hoje não arrumou nada. Fica só dentro de casa, implicando comigo, o tempo todo! Ô vida! (suspiro).

A professora do dia, uma senhorinha de bochechas rosadas e riso fácil, disse para ela:

- Sei muito bem do que você está falando, minha filha. Quando o meu marido aposentou-se foi um Deus nos acuda também. Até chorar eu chorava e passei a criticá-lo por isso, na frente de todo mundo. Porém, com o passar do tempo, percebi que as minhas críticas o tirava de casa, mas o levava para os botecos. Porém, antes que ele se tornasse um alcoólatra, eu mudei de tática e passei a elogiá-lo, principalmente na frente dos familiares e amigos. De lá pra cá, até hoje, graças a Deus, ele tem me ajudado em muitas coisas no lar. E melhor ainda: afastou-se definitivamente dos botecos e das bebidas.

E você costuma ouvir a voz da experiência? Uma boa leitura!

20/04/2017 - QUINTA-FEIRA

O QUE O TEMPO FAZ COM O AMOR?

O dia amanheceu pardo e, como era domingo, aquele casal cinquentão espreguiçou-se na cama para continuar aninhado ali por mais duas ou três horas, coisa que eles não faziam mais, quando os filhos deles ainda eram pequenos. Agora, porém, os meninos já estavam crescidos e o primogênito já nem morava mais com eles. Lá pelas dez horas, o marido, já sentindo alguma dor no corpo por ter ficado tantas horas seguidas deitado, virou-se de lado e levou o braço direito para envolver a mulher com o seu afetuoso abraço maternal de fim de semana. Durante a semana, aquele casal corre tanto que nem sobra tempo para essas pequenas e tão importantes demonstrações de afeto, no dia a dia. Porém, o que ele não esperava aconteceu: levou um brusco empurrão da mulher que se levantou, deixando-o sozinho na cama. De tão assustado com o solavanco, ele não teve nem reação. O dia passou rápido com um compromisso social noturno, onde o teatrinho de casal feliz, diante de parentes e amigos, não faltou. No fim de semana, sentados em um barzinho aconchegante com um casal de amigos mais íntimo, a mulher do empurrão matutino disparou a numerar variadas queixas sobre o marido. Ele apenas ouviu e ficou, novamente, sem reação, para não tornar o encontro mais constrangedor do que a esposa já o tinha tornado. Enquanto isso, ela continuava enumerando as falhas do marido:

- Esse é incapaz de esticar o tapete atoalhado no chão do banheiro, após tomar banho. Isso, sem falar na porta do box que ele sempre deixa aberta; da gaveta de escova de dentes que ele sempre deixa entreaberta; do papel higiênico que ele acaba e ele nunca repõe...

Quando ela esgotou o repertório com seus toques domésticos, o marido não agüentou mais e falou duro com olhar severo e fixo sobre ela:

- Ou!!! Será que você não enxerga mais nem uma só qualidade em mim? Tente aí: uma só para contar para os nossos amigos? Parece que o tempo fez desaparecer todas aquelas qualidades que você também enumera, no início do nosso relacionamento... Será que agora eu só tenho defeitos, que vão surgindo, assim, aos montes, a cada dia? Vai te catar!!!

E você, tem alguma fórmula para que um relacionamento não se desgaste tanto com o passar do tempo? Uma boa leitura!


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